Documentário do pernambucano Paulo Caldas investiga significados de 'saudade’

Por Metro Jornal

Diretor de longas como “Baile Perfumado” (1997) e “Deserto Feliz” (2007), o pernambucano Paulo Caldas voltou a se aventurar na seara dos documentários para fazer “Saudade”, atualmente em cartaz no Espaço Itaú Augusta, às 18h40, e no Espaço Itaú Frei Caneca, às 18h.

O filme busca entender, por vias poéticas, o significado de uma das poucas palavras do português propagandeada como “intraduzível” para outros idiomas.

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Ao passear por países como Portugal, Angola e Alemanha, Caldas pôde mergulhar por outras acepções de saudade, ora dramáticas, ora com teor cômico.

Ao todo, foram reunidos 52 depoimentos de artistas plásticos, bailarinos, cantores, escritores, dramaturgos – gente como Adriana Falcão, Arnaldo Antunes, Johnny Hooker, Milton Hatoum, Karim Aïnouz, Mayra Andrade e Alex Flemming, cada um com um olhar distinto para a palavra.

Caldas costura as falas entre cenas de intervenções artísticas ou paisagens. Com isso, em vez de fechar um entendimento único, o diretor faz um retrato plural do que seria saudade.

Veja o trailer do filme:

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