Série Merlí junta filosofia e separatismo

Por Metro Brasília

Produção da TV pública catalã, a série “Merlí” não ficaria imune ao movimento separatista da região de Barcelona que tomou força ano passado.

A série inclui isso em sua segunda temporada, já disponível no serviço de streaming Netflix, mas mantém o destaque no cotidiano de uma escola pública e na relação que o professor de filosofia estabelece com seus alunos.

Merlí (Francesc Orella) ora despreza os dramas deles, ora é o motor para que romances engatem. O que determina a forma de agir do professor? A escola filosófica que estiver na sua cabeça.

A série usa o cotidiano desse microuniverso para abordar de maneira didática o pensamento humano, de Freud a Judith Butler. Mais atual, impossível.

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