Municipal mescla clássico e contemporâneo em montagem de A Flauta Mágica

Por Metro Jornal
Obra tem figurinos assinados pela argentina Sofia Di Nunzio - Camila Cara/Divulgação
Municipal mescla clássico e contemporâneo em montagem de A Flauta Mágica

O maestro Roberto Minczuk volta a ficar à frente da Orquestra Sinfônica Municipal para a estreia de “A Flauta Mágica”, última ópera encenada no ano pelo Theatro Municpal, que estreia nesta sexta-feira (15).

Com direção cênica de André Heller-Lopes, atual diretor artístico do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a montagem toma emprestada uma das mais importantes obras do repertório lírico de Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791), que estreou apenas dois meses antes da morte de seu autor.

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Com libreto em alemão de Emanuel Schikaneder, a ópera em dois atos faz uso do universo mágico para apresentar a velha trama de luta entre o bem e o mal.

Na história, após ouvir os apelos da Rainha da Noite (Oriana Favaro ou Laryssa Alvarazzi), que foi sequestrada e levada ao palácio do Sarastro (Savio Sperandio), Tamino (Luciano Botelho ou Giovanni Tristacci) e Papageno (Michel de Souza) saem numa expedição de resgate dela.

A montagem mescla o clássico com o contemporâneo, em uma cenografia que propõe a oposição entre a ilusão barroca e a realidade dos bastidores de um teatro assinada por Renato Theobaldo. Os figurinos são da argentina Sofia Di Nunzio, a iluminação foi criada por Aline Santini e o visagismo ficou a cargo de Anderson Bueno.

Serviço:
No Theatro Municipal (pça. Ramos de Azevedo, s/n, Centro, tel.: 3053-2090). Sex., sáb., ter., qua. e qui., às 20h; dom., às 17h. De R$ 50 a R$ 120. Até 21/12.

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