Will Smith transforma coletiva de imprensa em show de humor

Por Amanda Queirós/Metro Jornal
Divulgação
Will Smith transforma coletiva de imprensa em show de humor

Poucos atores chegam tão empolgados a um encontro com jornalistas quanto Will Smith. De passagem pelo Brasil para participar da Comic Con Experience, encerrada no último domingo (10), o astro de 49 anos dançou twerk e ameaçou tirar a própria camisa na coletiva de imprensa que realizou na manhã desta segunda-feira (11) para divulgar "Bright", seu mais novo filme, que será lançado dia 22 no serviço de streaming Netflix.

Nas palavras do próprio ator, o longa é uma mistura de "Dia de Treinamento" (2001) com "O Senhor dos Anéis" (2001), ou seja, um tradicional drama policial, mas com personagens fantásticos. Smith vive um policial humano que tem como parceiro um orc (Joel Edgerton), raça encarada com preconceito e tida como inferior dentro do universo do longa.

O bom humor fez o astro despistar questões mais capciosas, como uma que traçava um paralelo entre os orcs do filme e com os negros dos Estados Unidos atual. "Essa é provavelmente uma pergunta perigosa!", alertou ele ao diretor David Ayer, que o acompanhou na entrevista ao lado de Joel Edgerton.

A vibe de "cara maneiro" de Smith era tanta que mesmo suas críticas ao fotógrafo oficial do evento, que insistia em invadir a frente da mesa, foram encaradas com risos e leveza.

Essa mesma energia de Smith se fez presente no set, para desespero de Edgerton, que precisava enfrentar 3,5 horas diárias de maquiagem para se transformar em um orc. "Eu achava que era minha responsabilidade entreter o Joel. Quando eu o via naquele processo de maquiagem, tentava animá-lo. Lá pelo 57º dia de filmagem, ele tentava meditar e, quando eu entrei, ele precisou dizer: chega de atitude positiva!", disse Smith, arrancando gargalhadas.

Antes mesmo da estreia do filme, o ator também já faz campanha para ele ganhar uma continuação. "A gente meio que precisa dos fãs para ter outro filme!" disse o ator, em coro com Ayer. "Espero que as pessoas curtam e que o filme dê algo pra elas conversarem sobre questões sociais. E espero que elas o façam o suficiente para Netflix fazer uma sequência", disse o diretor.

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