Novo game Super Mario Odyssey explora mundo aberto e essência do personagem

Por Consuelo Rehbein/Metro Internacional
Jogo é exclusivo do console Nintendo Switch - Divulgação
Novo game Super Mario Odyssey explora mundo aberto e essência do personagem
Super Mario Odissey

Existem bons motivos para “Super Mario Odyssey”, exclusivo para Nintendo Switch, estar entre os cinco títulos indicados a Jogo do Ano pelo Games Awards, e eles têm a ver com a confluência entre jogabilidade e a essência do popular personagem.

A aventura começa com Mario diante de um novo aliado: um singular chapéu com consciência chamado Cappy, que se alia ao encanador para derrotar Bowser.
Cappy assume a forma da tradicional boina de Mario e, assim, começa uma nova aventura para salvar a princesa. Até aqui, a história não surpreende muito, mas a trama que acompanha essa estrutura inicial é formidável.

Há um total de 14 reinos no jogo, cada um com cenários distintos. Também há vários níveis de dificuldade e tamanhos, e todos eles podem ser vasculhados em mundo aberto, ou seja, é o jogador quem escolhe por onde levar a história adiante e completar a fase, o que lembra “Zelda”.

A exploração é simples, mas a quantidade de coisas a fazer é grande. Esse detalhe ajuda a conferir familiaridade a “Odyssey” em relação aos demais títulos da franquia.
Há algo que dá uma característica única ao jogo. Cappy não é apenas um amigo. Ele confere a Mario a capacidade de se transformar em centenas de personagens que habitam este universo mágico. Com isso, o herói pode obter também capacidades específicas para avançar na aventura.

Não há nenhum momento entediante em “Odyssey”. A aventura apresenta uma embalagem atraente e elementos que amamos, com direito a um final com chave de ouro.
Seria o melhor jogo do ano? Difícil dizer. O resultado sai nesta próxima quinta-feira.

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