Em peça de teatro, matador de aluguel é eleito para matar presidente

Por Metro
Leona Jhovs e Paulo Faria integram a Cia Pessoal do Faroeste Leona Jhovs e Paulo Faria integram a Cia Pessoal do Faroeste / Divulgação

Estrelada por Paulo Faria e Leona Jhovs, “O Assassinato do Presidente” acompanha o desenrolar de uma noite em que o matador de aluguel Ulisses, rei da Boca do Lixo do século 21, procura uma prostituta travesti chamada Penélope.

Esse não é um rendez-vous qualquer: no dia seguinte, Ulisses tem como missão assassinar o presidente em uma visita dele a um prédio perto dali.

Ao longo do encontro, os dois personagens fazem revelações sobre as próprias vidas que criam uma conexão especial entre os dois e o rumo da história muda inesperadamente.
A montagem, que estreia nesta segunda-feira (4) na sede da Cia Pessoal do Faroeste (r. do Triunfo, 301, Luz, tel.: 3362-8883), antecipa as comemorações pelos 20 anos de atividade da Cia Pessoal do Faroeste.

O grupo tem como foco de pesquisa artística a região da Luz e todas as questões que o bairro apresenta, como as drogas, a prostituição e o cinema – o quadrilátero que envolve as ruas do Triunfo e Vitória hospedou, nos anos 1970, a famosa Boca do Lixo, com a produção de filmes marginais. Por conta disso, o texto assinado por Paulo Faria – que também assume a direção – explora o entorno da sede do grupo.

“O Assassinato do Presidente” ganha sessões de segunda a sexta-feira, sempre às 20h, até 22/12. Não há valor definido pela bilheteria, que opera no sistema “pague quanto puder”.

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