Miss Universo quer ajudar mulheres a se defenderem

Por Metro Jornal
Sul-africana Demi-Leigh Nel-Peters foi coroada domingo - Steve Marcus/Reuters
Miss Universo quer ajudar mulheres a se defenderem

Eleita Miss Universo no último domingo, a sul-africana Demi-Leigh Nel-Peters, 22, promete carregar como bandeiras a luta contra a aids e o fortalecimento de mulheres diante de situações de perigo.

“Como Miss Universo, espero estar à frente de causas relativas ao vírus HIV, que é um problema muito grande no meu país, e também seguir com minha própria campanha, ‘Unbreakable’ (inquebrável), em que busco empoderar mulheres com habilidades e conhecimentos para lidar com situações como sequestros e roubos”, disse ela a jornalistas logo após receber a coroa da francesa Iris Mittenaere.

Formada em administração, Demi-Leigh superou a colombiana Laura González e a jamaicana Davina Bennett, que ocuparam a segunda e a terceira posição, respectivamente.

A piauiense Monalysa Alcântara ficou entre as dez semifinalistas, a melhor colocação de uma brasileira no concurso desde 2013.

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