Livros contam a trajetória de homens que transformaram a literatura em profissão

Por Metro Jornal São Paulo
Pedro Herz fala sobre a Livraria Cultura em ‘O Livreiro’ - Marcus Leoni/Folhapress
Livros contam a trajetória de homens que transformaram a literatura em profissão

Acabam de chegar às livrarias a história de dois homens que transformaram a literatura em profissão, mas não exatamente como escritores.

Escrito pelo jornalista Paulo Roberto Pires, “A Marca do Z: A Vida e os Tempos do Editor Jorge Zahar” se vale de um vasto material de imagens de arquivo, além de uma escrita leve, para relembrar a vida do fundador da editora Zahar, que acaba de completar 60 anos de atuação sob o lema “A cultura a serviço do progresso social”.

Mais do que apenas contar a história dele, o livro é também um documento sobre um país em transformação a partir da segunda metade dos anos 1950, nos quais as obras editadas por Zahar tiveram importância para fomentar debates sobre projetos de sociedade.

Hoje presidente do Conselho de Administração da Livraria Cultura, Pedro Herz também tem sua história contada na autobiografia “O Livreiro”, na qual narra o começo do negócio, inicialmente uma banca de aluguel de livros criada pela mãe dele, Eva Herz, em 1947.

O título fala sobre as tensões entre os autores vendidos na loja e a ditadura militar, a euforia da redemocratização, que mexeu com o mercado de livros, e a evolução do processo editorial, entre outros causos. 

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