Heróis da DC Comics se reúnem para combater inimigo comum em ‘Liga da Justiça’

Por Metro Jornal São Paulo
(Foto: Divulgação/Facebook)
Heróis da DC Comics se reúnem para combater inimigo comum em ‘Liga da Justiça’

Desde o fiasco de “Batman Vs Superman”, no ano passado, fãs de quadrinhos ficaram com um pé atrás em relação ao aguardado “Liga da Justiça”, que reuniria os principais heróis da DC Comics.

A falta de entrosamento entre os protagonistas, vividos respectivamente por Ben Affleck e Henry Cavill, denunciava certa tensão em relação a como o universo expandido da DC poderia se desdobrar.

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O longa, que chega hoje aos cinemas após o sucesso de “Mulher-Maravilha”, ameniza tais falhas ao tentar equalizar o peso de cada herói na história. O ponto de partida é um mundo desesperançoso após a morte de Superman.

O medo surgido com o episódio evoca o retorno do vilão Lobo da Estepe, que pretende destruir a Terra com a reunião da força presente em três objetos chamados “Caixas Maternas”, cada uma delas vigiada por um povo diferente: amazonas, atlantes e humanos.

Sentindo-se culpado pelo que aconteceu a Superman, Batman decide reunir os meta-humanos para combater o mal iminente.

Com isso, entram na jogada Mulher-Maravilha (Gal Gadot), Flash (Ezra Miller), Aquaman (Jason Momoa) e Victor Stone (Ray Fisher), que trazem Superman de volta à vida para conter a ameaça.

Mais do que buscar criar empatia com as motivações de cada personagem, a direção de Zack Snyder e do co-roteirista Josh Wheedon – que assumiu o comando após o primeiro abandonar o posto – opta por priorizar a ação.

Na contramão desse movimento, quem se destaca é o desajeitado Flash, num alívio cômico de pegada teen.

Conhecido por “Precisamos Falar sobre Kevin”, Ezra Miller faz aqui sua estreia em um potencial blockbuster. “Adorei o treinamento físico pelo qual precisei passar para esse filme. O mais desafiador foi me comprometer a fazer algo tão grande duradouro”, diz ele, que minimiza sua participação no longa. “Ainda assim, estou sob a sombra de gigantes”, afirma.

Para Gal, a dificuldade foi retomar sua Mulher-Maravilha em outro estágio da vida. “Ela é uma deusa, mas eu não posso tratá-la como tal. O fato de ela lutar bem e não poder morrer já está dado. Precisava esquecer disso para mostrar suas imperfeições”, diz ela.

A mensagem do filme poderia ser a de que problemas podem ser resolvidos com a união, mas, para a atriz, a situação real é outra. “Não há nada contra o que lutar. Não há alienígenas ou monstros. A verdade é que são as próprias pessoas que criam esses problemas. Tudo se trata de saber viver junto.” 

Veja o trailer de "Liga da Justiça":

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