João Pedro Zappa, de Gabriel e a Montanha, conta como foi viver o economista nas telas

Por Gislandia Governo / Metro Jornal Rio
Foi uma viagem rica, conta o ator - Divulgação
João Pedro Zappa, de Gabriel e a Montanha, conta como foi viver o economista nas telas

Dirigido por Fellipe Barbosa, “Gabriel e a Montanha”, que estreia nesta quinta-feira (1º), conta a história do economista Gabriel Buchmann que tinha 28 anos quando decidiu viajar o mundo antes de fazer um doutorado nos EUA. A aventura foi interrompida no Monte Mulanje, na África, onde acabou morrendo de hipotermia. O ator João Pedro Zappa, 29, fala sobre o personagem.

Como foi para você interpretar Gabriel Buchmann?

A viagem do Gabriel foi a caminhada dele até a morte. Mas, ao mesmo tempo, ele era muito vivo. Eu acho que a maior qualidade do Gabriel e, ao mesmo tempo, o maior defeito dele, era essa coisa de deslumbrar aventuras e de se levar pelo braço para vivê-las. Isso poderia acarretar experiências incríveis e, ao mesmo tempo, horríveis. 

Como foi a sua aproximação com a história de vida dele?

O Fellipe estudou com o Gabriel no colégio e depois na PUC. Tempos mais tarde, o Fellipe achou um e-mail dele, se sentiu superculpado por não ter visto antes e isso foi uma das coisas que o impulsionou a fazer o filme. Eu conheci a mãe, a irmã e vários dos amigos mais próximos do Gabriel. Ele tinha os amigos mais caretas do mercado financeiro e uma galera mais da espiritualidade. A família revelou o lado sagrado dele e os amigos, as sombras, as contradições. O que fez ele viver a vida dele foi o que o levou à morte. A inquietação, o espírito aventureiro.

Como foi filmar na África?

Foi uma viagem muito rica, porque talvez não faríamos as mesmas coisas se não estivéssemos perseguindo a história dele. Filmamos numa favela no Quênia e não sabemos como o Gabriel chegou lá, porque o acesso é muito difícil. Os personagens que ele conheceu são riquíssimos. Filmamos com as pessoas reais e todas lembravam dele.

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