Cinebiografia que conta a trajetória de Irmã Dulce chega ao cinema

Por lyafichmann
Atriz Regina Braga interpreta Irmã Dulce na maturidade | Divulgação Atriz Regina Braga interpreta Irmã Dulce na maturidade | Divulgação

Na onda de adaptações biográficas, é a vez de Irmã Dulce (1914-1992) ganhar as telonas. Coube ao diretor Vicente Amorim (“Corações Sujos”) contar a trajetória do Anjo Bom da Bahia, como era conhecida a religiosa que dedicou a vida a ajudar os pobres e tem até hoje sua obra preservada no hospital que criou. Beatificada em 2011, ela pode se tornar a primeira santa brasileira. “Irmã Dulce” estreia nesta quinta-fera.

“O grande desafio foi contar mais que uma história real, mas a história de uma mulher extraordinária, objeto de culto e devoção. É muito difícil, porque você não consegue resumir de verdade uma vida tão rica em duas horas. Mas, espero conseguir tocar as pessoas e mostrar que sempre dá para a gente fazer mais pelos outros”, observa Amorim.

Em “Irmã Dulce”, as atrizes Bianca Comparato e Regina Braga se revezam no papel da religiosa na juventude e na maturidade. Em ótimas atuações, elas impressionam pela semelhança com a biografada.

“Quando a produtora de elenco, Marcela Altberg, me fez o convite, eu me espantei um pouco. Não sabia muito sobre a Irmã Dulce e não achava que éramos parecidas. Desse telefonema até me ver dentro do hábito, andando pelas ruas de Salvador, foi um caminho carregado de emoções. Aceitei e me entreguei”, lembra Regina Braga.

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