Encerramento da 38ª Mostra exibe clássico ‘O Circo’ no Ibirapuera

Por fabiosaraiva
Charles Chaplin, em cena do filme Charles Chaplin, em cena do filme ‘O Circo’ | Divulgação

Último longa de Charles Chaplin (1889-1977) antes da passagem do cinema mudo ao sonoro, “O Circo” (1928) é uma obra marcada pelo tom cômico e humorístico típico da obra de seu autor.

O filme encerra a 38ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo com uma exibição neste sábado, às 20h, na área externa do Auditório Ibirapuera, acompanhada por trilha executada ao vivo pela Orquestra Experimental de Repertório sob regência de Carlos Moreno.

A programação inclui ainda a exibição do curta “Corrida de Automóveis para Meninos” (1914), também de Chaplin. Com isso, o evento homenageia o centenário do personagem Carlitos, protagonista das duas produções.

Presente em São Paulo para apresentar seu longa mais recente, “Dólares de Areia”, a atriz Geraldine Chaplin – filha do célebre ator inglês – conversou com o Metro Jornal sobre o pai.

Para ela, Carlitos é mais que um ícone do cinema. “Não sei porquê, mas ele se tornou um herói, mas não um herói qualquer: um super-super-super-herói”, diz.

Segundo ela, Chaplin não era um homem de dar conselhos. “Ele me deu mais exemplos do que conselhos,  o exemplo de nunca abandonar, nunca deixar-se abater. A disciplina dele era enorme”, relata. É essa atenção à técnica e à dedicação que Geraldine diz carregar do pai em sua carreira de atriz.

 

Longa alemão ‘Entre Mundos’ é o vencedor da 38ª Mostra

O filme da diretora Feo Aladag recebeu na noite desta quarta-feira o troféu Bandeira Paulista de melhor filme de ficção da 38ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Já o prêmio de melhor documentário foi para outro título alemão, “A Guerra das Patentes”, de Hannah Leonie Prinzler.

A votação do júri popular para títulos brasileiros elegeu “A História da Eternidade”, de Camilo Cavalcante, como melhor filme  de ficção e “Cássia”, de Paulo Henrique Fontenelle, como melhor documentário.

A crítica premiou o russo “Leviatã”, de Andrei Zvyaginstsev, e conferiu ainda uma menção honrosa à retrospectiva dos únicos três filmes do espanhol Víctor Erice. 

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