Luke Evans, que interpreta Drácula, fala ao Metro Jornal

Por lyafichmann
Divulgação Luke Evans | Divulgação

O ator galês Luke Evans de 35 anos revela o que o encantou no protagonista de ‘Drácula – A História Nunca Contada’, que estreia nesta quinta-feira.

Qual a diferença desse filme para outras produções sobre o Conde Drácula?
O filme conta a história prévia e desconhecida do famoso personagem fictício. Pegamos o herói Vlad Tepes (conhecido como Vlad, o Empalador), que inspirou o romance de Bram Stoker, e começamos a história a partir do momento do nascimento dele como um reles mortal. Ao longo do filme, vemos que ele tem que se sacrificar bastante pelo bem de sua família e de sua própria segurança. A ação começa 400 anos antes dos eventos descritos por Stoker em “Drácula”. É uma história sobre a formação do caráter dele, algo que ninguém nunca contou.

É possível falar de autenticidade histórica?
É difícil separar a verdade da ficção porque, naqueles tempos, quando você morria, seus inimigos reescreviam todos os livros de história. É também difícil dizer com certeza quão cruel Vlad era.

Há algo de sobrenatural no filme?
Na verdade, não. Acho que eu deveria inventar algo [risos]. Mas o filme não é apenas sobre escuridão. Essa é uma história empolgante sobre um líder, um guerreiro e um protetor de sua família e de seu país e que tem uma escolha difícil para fazer.

Você interpretou Apolo, Zeus e agora Drácula. O que o atraiu para esse papel?
O herói em si. É um personagem difícil, mas com um desenvolvimento incrível. Parece que Vlad e Drácula queriam me desafiar, então aceitei. Eu realmente gostei de trabalhar com Sarah Gadon, que no filme interpreta Mirena, mulher de meu herói. A relação entre Vlad e Mirena é bem importante para o desenrolar da trama.

O que você aprendeu sobre si mesmo com o filme?
Espero que nada! Interpretei um vampiro sedento por sangue e um líder faminto por poder que adora meter varas em pessoas [risos]. Mas me tocou o processo de transformação de Vlad em vampiro.

Suponho que, como em “O Hobbit”, você teve que atuar diante de uma tela verde. Como você se sente em relação a isso? 
Na verdade tivemos um cenário ótimo. Mas quando você roda um filme de época e de larga escala, muitas das locações geográficas não existem mais. Portanto, usamos computação gráfica. E sim, atuar em frente à tela verde é pouco comum, mas nossa equipe soube lidar com todas as dificuldades.

Loading...
Revisa el siguiente artículo