Público pode conferir ‘A Pedra de Paciência’ de três formas em São Paulo

Por fabiosaraiva
O escritor escritor afegão Atiq Rahimi, autor de "Pedra de Paciência | Divulgação O escritor escritor afegão Atiq Rahimi, autor de “Pedra de Paciência | Divulgação

Livro.  Publicado em 2008, “Singué Sabour – A Pedra de Paciência” foi o quarto romance do afegão Atiq Rahimi (foto) e o primeiro dele a se valer do francês – até então, o escritor usava apenas o idioma Dari para escrever. A decisão foi sábia: o livro o fez conquistar o prêmio Goncourt daquele ano, a maior honraria da literatura francesa. Rahimi participou da Flip em 2009 e sua obra foi editada em português pela Estação Liberdade (152 págs., R$ 36).

Cena da peça "Pedra de Paciência | Divulgação Cena da peça “Pedra de Paciência | Divulgação

Peça. Ester Laccava protagoniza a versão teatral do texto na pele da mulher que vela o marido em estado vegetativo. A cada dia, ela revela segredos cada vez mais íntimos ao homem inerte, tirando assim a burca simbólica que vestia dentro da própria casa. Com direção de Fernanda D’Umbra, a montagem está em cartaz no Centro Cultural São Paulo (av. Vergueiro, 1.000, Liberdade, tel.: 3397-4402). Sex e sáb., às 21h; dom., às 20h. R$ 10. Até 21/9.

Cena do filme "Pedra de Paciência | Divulgação Cena do filme “Pedra de Paciência | Divulgação

Filme. Também cineasta, Rahimi adaptou em 2004 seu primeiro romance, “Terra e Cinzas”. Em 2012, ele fez o mesmo com “A Pedra de Paciência”, estrelado por Golshifteh Farahani (“À Procura de Elly”). O título refere-se a uma lenda persa sobre uma pedra – personificada na figura do marido – capaz de guardar segredos até explodir e liberar o confessor do sofrimento. Em cartaz no Reserva Cultural, o filme retrata com sensibilidade a gradual libertação da mulher. 

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