Segunda temporada da série ‘O Negócio’ estreia na HBO

Por lyafichmann
o-negocio-2 As atrizes Juliana Schalch, Rafaela Mandelli e Michelle Batista respectivamente nas peles de Luna, Karin e Magali | Divulgação

Como acontece com qualquer marca de luxo que se torna objeto de desejo, a Oceano Azul passou a ser alvo de pirataria. Seria algo corriqueiro se a empresa em questão não oferecesse um produto pouco usual para esse tipo cópia: prostituição de alto luxo, gerenciada não por um cafetão, mas pelas próprias garotas.

Esse é o mote da segunda temporada de “O Negócio”, que estreia domingo, às 21h, na HBO. Após estabelecerem um padrão elevadíssimo para seus serviços e consolidarem uma marca no mercado a partir de estratégias de marketing, as sofisticadas Karin (Rafaela Mandelli), Luna (Juliana Schalch) e Magali (Michelle Batista) temem a quebra da empresa por garotas de programa que cobram mais barato e fingem se passar por elas.

“Elas terminaram a primeira temporada no topo a ponto de serem pirateadas. Agora precisam entrar mais no negócio, arriscar mais e ser mais ambiciosas”, afirma o diretor Michel Tikhomiroff.

Os novos dez episódios, no entanto, não são só trabalho.  Com as personagens já estabelecidas, o público vai conhecer um pouco mais da vida das sócias da Oceano Azul.

“A Karin nunca nega o que é para ninguém. A questão agora é ela saber como conciliar (o lado pessoal) com tudo o que conseguiu. Vamos vê-
la mais humana, com inseguranças”, afirma Mandelli.

Enquanto isso, o núcleo em torno de Luna ganha um reforço cômico com a bela sendo disputada por Yuri (Johnnas Oliva) e Oscar (Gabriel Godoy). “Somos praticamente os três patetas da série!”, brinca Godoy, que alerta para algumas surpresas e conflitos ao longo da temporada.

Por causa do tema da série, cenas de sexo são inevitáveis – e elas voltam tão picantes quanto antes. “É um pouco mais fácil agora, pois sabemos como eles (produtores) gostam e isso dá mais tranquilidade”, diz Batista.

Para o trio protagonista, o primeiro ano teve uma resposta além da imaginada. “Elas são mulheres com gana, que não frisam a sexualidade, mas a sensualidade’, diz Schalch. “São três personalidades diferentes, mas todas muito determinadas, donas do próprio nariz, e as mulheres têm se identificado muito com isso”, completa Mandelli.

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