Na série ‘The Knick’, Clive Owen extrapola limites da medicina

Por fabiosaraiva
Owen no papel do cirurgião John Thackery | Divulgação Owen no papel do cirurgião John Thackery | Divulgação

Início do século 20 em Nova York, época de lentas evoluções na medicina e verdadeiras carnificinas para se tentar salvar os pacientes dentro dos hospitais. A partir dessa atmosfera, o diretor Steven Soderbergh apresenta a série “The Knick”, que estreia nesta sexta, às 21h, no canal Max.

Dividida em dez episódios de uma hora cada, a atração tem como protagonista o cirurgião John Thackery, interpretado por Clive Owen. Dependente de cocaína, substância legal na época, o ambicioso médico é responsável por tratamentos pioneiros no hospital em que trabalha, o The Knickerbocker, atraindo os olhares de admiradores e detratores.

“Ele é um personagem muito complexo, difícil. Thackery tenta salvar a vida das pessoas, proporcionando um enorme serviço ao povo, mas ao mesmo tempo é um homem muito complicado e ainda é viciado. Eu adoro o desafio de representar esse personagem e não falo isso para ser simpático. Não se trata de tornar as coisas fáceis. É uma espécie de desafio, e eu, pessoalmente, como ator, adoro o desafio de levar isso adiante”, revela Owen.

Além das questões médicas, a série mostra também as delicadas relações raciais da época, ao apresentar o talentoso médico Algernon Edwards (André Holland), único negro de sua turma em Harvard e que chega para trabalhar ao lado de Thackery, mas não é bem recebido pelos outros colegas e muito menos pelos pacientes.

A série estreou na semana passada nos Estados Unidos e sua segunda temporada já foi garantida mesmo antes de ela ter obtido repercussão entre público e crítica.

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