Após interpretar o vilão Loki, Tom Hiddleston é um vampiro no filme "Amantes Eternos"

Por fabiosaraiva
Tom Hiddleston | Divulgação Tom Hiddleston | Divulgação

Tom Hiddleston tem conquistado uma lista eclética de trabalhos, que vão desde filmes de super-heróis a épicos históricos e tramas de Shakespeare. Por que então não interpretar também um vampiro? Não é nada ruim, claro, que ele faça isso ao lado de Tilda Swinton no criativo “Amantes Eternos”, de Jim Jarmusch, que colheu boas risadas do público quando fez sua primeira exibição, no ano passado, no Festival de Toronto. O longa mostra um casal apaixonado, mas entediado, que odeia a convivência com humanos e tem a paz abalada pela irmã mais nova da chupa-sangue.

 

Você se surpreendeu com o fato de as pessoas terem achado engraçado?

Na verdade foi agradável, pois queríamos que houvesse leveza e humor no filme, mas não de uma forma exagerada. O esforço foi justamente de fazer algo muito delicado, sofisticado e refinado sobre amor, aceitação, tempo, arte, música e poesia. Esses temas são grandiosos, e não queríamos pesar a mão. Foi muito importante para Jim que fosse assim. Ouvir risos foi excitante.

 

Houve alguma hesitação sua de entrar no mundo dos vampiros?

Nenhuma. Foi incrível. Conheci Jim Jarmusch em novembro de 2011, quando tinha acabado de rodar “Os Vingadores” e estava prestes a estrear “Cavalo de Guerra” e gravar algumas peças de Shakespeare para a [emissora americana] PBS. Aí encontrei Jim e ele disse: “Vou fazer um filme sobre o amor a partir de duas criaturas muito delicadas e sofisticadas que amam música, poesia e natureza. Ele é uma espécie de rockstar, que também é um pouco cientista e físico, e ela é uma poetisa. Ah, por acaso eles são vampiros. (risos).” O tema do vampiro foi mais um enquadramento para Jim poder falar sobre esses temas.

 

Qual foi sua reação verdadeira quando soube que Loki não estaria em “Os Vingadores 2”? 

A reação foi: “tudo bem”. Nunca quis estender demais minha estada, e tive uma jornada muito boa com o personagem. Adorei. Para ser honesto, já era esperado que Joss [Whedon, diretor] dissesse que não ia me colocar dentro. Então minha reação honesta foi “Tudo bem. Talvez seja a hora de eu interpretar um punhado de personagens que não tenham um cabelão preto.”

 

Assista o trailer de “Amantes Eternos”

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