Longa ‘O Congresso Futurista’ mescla atores com animação

Por Caio Cuccino Teixeira
A atriz Robin Wright em formato de animação | Divulgação A atriz Robin Wright em formato de animação | Divulgação

Após contar suas experiências de guerra na bem sucedida animação “Valsa com Bashir” (2008), o israelense Ari Folman traz às telas de cinema uma viagem com ares quase psicodélicos em “O Congresso Futurista”, adaptação de “The Futurological Congress”, romance de ficção científica do polonês Stanislaw Lem lançado em 1971.

Na história, a protagonista é Robin Wright (“Forrest Gump”, “House of Cards”). Aos 44 anos, ela interpreta a si mesma em um momento de decadência na carreira, quando enfrenta a ira do dono do estúdio (Danny Huston) diante de uma proposta estranha: ser escaneada e substituída por uma versão digital de si, que fará filmes em seu lugar nos próximos 20 anos. Convencida por seu agente (Harvey Keitel) e desesperada por ter de cuidar de uma séria doença do filho, ela aceita a proposta mesmo sem concordar com os termos do contrato.

O acordo é revisto 20 anos depois, quando o mundo se divide entre a crueza da vida real e a possibilidade de viver como uma animação.

Ao contrário de “Valsa com Bashir”, desenhado em clima de HQ, o novo filme de Folman se divide entre cenas com atores de carne e osso e animações, que, ao adotarem traços leves, lembram mangás japoneses com sua paleta de cores próxima a dos desenhos infantis.

Assista o trailer:

Conteúdo Patrocinado
Loading...
Revisa el siguiente artículo