Dilma lamenta no Twitter a trágica morte de Eduardo Coutinho

Por george.ferreira

A presidente Dilma Rousseff recebeu com tristeza a notícia do assassinato do cineasta e documentarista Eduardo Coutinho, morte que ela considerou como “trágica”, contou em mensagem divulgada no Twitter. “O Brasil e o cinema brasileiro perderam ontem seu maior documentarista”.

Dilma exaltou o trabalho do autor de “Cabra Marcado para Morrer”, “Peões e “Edifício Master”. “Coutinho deixava que os personagens contassem suas histórias com suas próprias palavras, criando, assim, uma relação direta com o expectador”.

O corpo do cineasta e documentarista Eduardo Coutinho será enterrado às 16h desta segunda-feira no Cemitério São João Batista, onde acontece o velório. Coutinho foi morto a facadas no último domingo.

Acompanhe as mensagens de Dilma:

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Detenção

O filho do cineasta Eduardo Coutinho, Daniel Coutinho, de 41 anos, foi preso suspeito de ter matado o pai neste domingo, dentro de casa, no bairro da Lagoa, na zona sul da cidade do Rio de Janeiro. Ele foi indiciado por homicídio doloso, mas por possuir quadro de esquizofrenia, um juiz decidirá quais medidas serão tomadas judicialmente.

Daniel Coutinho deu entrada no Hospital Municipal Miguel Couto com duas facadas no abdômen e seu quadro é estável. A mãe dele e esposa de Eduardo Coutinho, Maria das Dores de Oliveira Coutinho, de 62 anos, foi vítima de cinco facadas e uma lesão no fígado. Ela passou por cirurgia e está em estado grave, no mesmo hospital.

Coutinho tinha 80 anos e era considerado um dos maiores documentaristas do país. É autor, entre outros filmes, de Cabra Marcado para Morrer e Edifício Master.

Filho é o principal suspeito do assassinato:

 


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