Integrante do trio Haim, sensação da música em 2013, fala ao Metro

Por fabiosaraiva
Haim | Getty images Este, baixista da banda Haim | Getty images

Desde o ano retrasado, as irmãs Este (27), Danielle (24) e Alana (22) mexem com a indústria da música com seu estilo meio “nu folk encontra o R&B pop dos anos 1990”. Após lançar alguns EPs, fazer turnês pelo mundo e se apresentar em grandes festivais, como o de Glastonbury, na Inglaterra, o trio de Los Angeles lançou lá fora o primeiro álbum, “Days Are Gone”, no fim de 2013. Diabética e atrevida, a irmã mais velha conversou com o Metro Jornal.

 

Por que vocês demoraram tanto para lançar o disco?

Queríamos poder experimentar e descobrir como queríamos que as coisas soassem. Mas, acima de tudo isso, teve o fato de termos saído em turnê com pessoas que realmente admiramos: Florence [Welch], Mumford and Sons e Vampire Weekend.


Vocês tiveram tanta exposição que este não parece ser um álbum de estreia.

Para mim, soa definitivamente como meu primeiro disco. Nós colocamos bastante pressão sobre nós mesmas.

 

“Days Are Gone” - Haim - Sony Music - US$ 10 (no iTunes) “Days Are Gone” – Haim – Sony Music – US$ 10 (no iTunes)

Você é perfeccionista?

Ah, sim. Queríamos que o álbum soasse coeso e que houvesse alguns elementos capazes de conectar tudo. É um reflexo de nossas vidas desde que começamos a banda.

 

Você passou mal em Glastonbury após uma queda na sua taxa de açúcar. 

Foi assustador. Lembro de estar tocando bateria na sétima música e não conseguir sentir meus braços. Pensei que ia desmaiar na frente de 30 mil pessoas. Foi difícil sair do palco porque eu não queria f* com a apresentação.

Você gravou “LVL” com o rapper A$AP. Chegou a dividir um baseado com ele?

Não curto esse tipo de coisa. Tento me manter o mais saudável que posso porque não quero que o episódio de Glastonbury se repita.

 

Seus pais estão sempre perto, mas isso não é lá muito rock and roll.

Você acha? É porque nunca conheceu meus pais. Eles são muito legais. Acho que as pessoas com quem convivemos na turnê preferem eles a nós. Meu pai gosta de jogar futebol com os caras do Mumford. Acho que ele torcia para ter filhos homens, porque era jogador e tentou nos transformar em jogadoras.

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