Festival de Paulínia ‘ressuscita’ com pretenções modestas

Por Carolina Santos
Mateus Solano está no inédito ‘Confia em Mim’ | Divulgação Mateus Solano está no inédito ‘Confia em Mim’ | Divulgação

De 2008 a 2011, a cidade de Paulínia, localizada a 126 km de São Paulo, se transformou em uma verdadeira meca do cinema nacional. Com editais polpudos de financiamento à produção de longas e um festival badalado, repleto de premiações expressivas e celebridades, todos os protagonistas da indústria cinematográfica do país queriam estar lá.

Quando já estava firmado no calendário do circuito de festivais, o evento foi cancelado pela Prefeitura, em 2012, que justificou a medida para “priorizar o trabalho social”.

Agora, a nova administração resolveu ressuscitar a iniciativa em formato mais enxuto e sem competição. Assim nasceu o 5º Paulínia Festival de Cinema, que começa hoje e segue até sábado, com entrada gratuita, no Theatro Municipal Paulo Gracindo.

A seleção traz seis filmes, quatro deles inéditos no circuito comercial. A abertura fica por conta de “Confia em Mim”, de Michel Thikhomiroff. Os demais títulos são “Entre Vales”, de Philippe Barcisnki (amanhã); “O Lobo Atrás da Porta”, de Fernando Coimbra (sexta) e “O Menino e o Mundo”, de Alê Abreu (sábado). “Tatuagem”, de Hilton Lacerda, e “Uma História de Amor e Fúria”, de Luiz Bolognesi, também serão exibidos.

A previsão é que o festival retome o antigo formato no ano que vem, com curadoria do crítico de cinema Rubens Ewald Filho e da produtora Tatiana Quintella.

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