Morrissey, ex-líder do Smiths, lança sua autobiografia

Por Carolina Santos
Morrissey em show em março deste ano | Kevin Winter/Getty Images Morrissey em show em março deste ano | Kevin Winter/Getty Images

Demorou, mas a autobiografia de Morrissey finalmente chegou às prateleiras – e com pompa. “Autobiography” acaba de ser lançada no Reino Unido e já está no primeiro lugar dos livros mais vendidos, com 35 mil cópias, à frente do best-seller “Bridget Jones – Louco Pelo Garoto”, de Helen Fielding.

O livro de quase 500 páginas, publicado pela coleção de clássicos da editora britânica Penguin, com um preço mais baixo do que edições normais, relata trechos da vida do vocalista do Smiths desde a sua infância e a relação com a família até temas polêmicos, como homossexualidade e o convívio com os ex-companheiros de banda.

Um dos poucos momentos alegres do livro relata uma experiência de Morrissey no Brasil. “Nenhum sonho poderia jamais ser igual ao meu primeiro show em São Paulo, quando o público levantou uma garota acima das suas cabeças em minha direção e, quando ela se aproximou […] pude ver que ela era cega. No palco, ela me entregou uma nota em que se lia ‘Não posso vê-lo, mas amo você’”, relata na publicação.

Ainda não há previsão de lançamento de “Autobiography” no Brasil.

 

Álbum no topo

Não é só a autobiografia de Morrissey que está em alta. O semanário inglês “New Musical Express” divulgou os cinco primeiros colocados de uma lista com os 500 maiores discos de todos os tempos e o álbum “The Queen is Dead”, de 1986, do Smiths, ficou na frente. A lista ainda segue com “Revolver” (1966), dos Beatles; “Hunky Dory” (1971), de David Bowie; “This Is It” (2001), do Strokes; e “The Velvet Underground & Nico” (1967).

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