Nova série resgata lendas e conquistas do povo nórdico

Por Carolina Santos
Gabriel Byrne, da série “In Treatment”, vive um lorde de mente fechada em “Vikings” | divulgação Gabriel Byrne, da série “In Treatment”, vive um lorde de mente fechada em “Vikings” | divulgação

Em 1999, o longa-metragem “Elizabeth” (1998) foi indicado a sete Oscars ao narrar a controversa biografia da Rainha Virgem, que comandou a Inglaterra na segunda metade do século 16. O sucesso da produção fez com que seu roteirista, Michael Hirst, antevisse um filão: o dos melodramas em torno de episódios históricos.

Foi assim que ele deu origem às séries “The Tudors”, sobre o  conturbado reinado de Henrique 8º e seus seis casamentos, e “Camelot”, em torno das histórias do mago Merlin e do Rei Arthur em batalha por seu reino.

A nova empreitada de Hirst estreia hoje, às 22h15, no NatGeo. Passada no ano 793 a.C., “Vikings” narra aventuras e lendas dos conquistadores escandinavos.

O protagonista da vez é Ragnar Lothbrok (Travis Fimmel), tido como descendente de Odin, o deus nórdico da guerra, devido a sua bravura em batalhas.

Visionário, ele se contrapõe ao nobre Haraldson (Gabriel Byrne, de “In Treatment”), líder de seu povo.

Após várias vitórias no leste, Ragnar prefere desbravar agora o oeste em busca de mais riquezas. Haraldson, por sua vez, opta por não arriscar a frota e tomar o caminho mais seguro. Para seguir sua intuição, o guerreiro precisará desafiar aquele a quem jurou lealdade. O resultado será a conquista da Inglaterra pelos vikings.

A principal diferença entre a nova série e as demais produções de Hirst é a falta de precisão histórica. Por falta de documentação, as tramas acabaram mais ficcionalizadas do que as demais.

Lançados sem grandes expectativas, os nove capítulos da primeira temporada tiveram audiência surpreendente nos Estados Unidos, o que já garantiu uma segunda leva de episódios, prevista para ir ao ar em 2014. A estreia de hoje, no NatGeo, terá três capítulos em sequência.

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