Malick explora sentimento amoroso em nova produção

Por Carolina Santos
Olga Kurylenko e Ben Affleck em cena de “Amor Pleno” | divulgação Olga Kurylenko e Ben Affleck em cena de “Amor Pleno” | Divulgação

Cineasta bissexto, que costuma lançar filmes com muitos anos de intervalo entre um e outro, o diretor americano Terrence Malick surpreendeu ao anunciar uma nova produção engatilhada a “A Árvore da Vida”, que faturou em 2011 a Palma de Ouro do prestigiado Festival de Cannes.

Após fazer um mergulho filosófico sobre a existência humana, ele resolveu se debruçar sobre o sentimento amoroso em “Amor Pleno”, que estreia hoje.

A trama gira em torno dos personagens de Ben Affleck e Olga Kurylenko, que se apaixonam perdidamente em Paris. Ele propõe então que ela se mude com a filha para os EUA, mas, por lá, o relacionamento começa a se desgastar ao mesmo tempo em que o personagem de Affleck se reaproxima de uma velha conhecida, vivida por Rachel McAdams. Em paralelo, Javier Bardem interpreta o padre da comunidade, em eterna procura pelo amor de Deus.

O longa é inteiramente narrado pelos personagens, em reflexões sobre o que sentem uns pelos outros. Com isso, quase não há espaço para falas, o que possibilita ao diretor fazer uso do livre jogo de imagens já utilizado em seu filme anterior.

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