Cinema brasileiro fica sem espaço no Festival de Veneza

Por fabiosaraiva
Cena da animação “Kaze Tachinu”, de Hayao Miyazaki | Divulgação Cena da animação “Kaze Tachinu”, de Hayao Miyazaki | Divulgação

Nenhum título brasileiro foi escalado para a competição oficial do 70º Festival de Veneza, que acontece de 28 de agosto a 7 de setembro. A boa notícia é que a seleção está repleta de títulos aguardados pelos cinéfilos.

Entre os 20 concorrentes estão “The Zero Theorem”, do ex-Monty Python Terry Gilliam, “Ana Arabia”, do israelense Amos Gitai, “Kaze Tachinu”, nova animação do japonês Hayao Miyazaki (de “A Viagem de Chihiro”) e “Tom à la Ferme”, do canadense Xavier Dolan.

A disputa pelo Leão de Ouro tem ainda “Child of God”, adaptação do romance homônimo de Cormac McCarthy pelo ator James Franco, e “Philomena”, do britânico Stephen Frears (de “A Rainha”).

A única representação verde-amarela no Lido será “Amazônia”, de Thierry Ragobert, uma coprodução entre França e Brasil escalada para encerrar o festival. Já a abertura ficará a cargo da ficção científica “Gravidade”, de Alfonso Cuarón, com George Clooney e Sandra Bullock.

Outros destaques que serão apresentados fora de competição são “The Canyons”, filme do americano Paul Schrader com Lindsay Lohan e o ex-astro pornô James Deen, “Che Strano Chiamarsi Federico Scola Racconta Fellini”, do italiano Ettore Scola e o curta “Redemption”, do português Miguel Gomes.

Uma das cerejas do festival é a exibição de clássicos. Este ano, haverá “Paixão de Fortes” (1946) , de John Ford, e “O Comboio do Medo” (1977), de William Friedkin. Vale lembrar que o Festival de Veneza é uma das principais fontes de títulos escalados para a Mostra de São Paulo.

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