Destiny 2 aprende com os erros de seu antecessor, mas mantém os gráficos impressionantes

Por Bruno Bucis - Metro Jornal Brasília
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“Destiny” é uma franquia criada para ser perfeita. No entanto, o primeiro jogo, lançado em 2014 com investimento de meio bilhão de dólares, foi alvo de críticas por conta de um enredo falho e da excessiva dificuldade para progredir na trama.

Agora, com o lançamento de “Destiny 2”, que começa a chegar às lojas no Brasil, as falhas são reparadas e o jogo fica bem próximo à perfeição buscada inicialmente.

O jogo continua a história do primeiro, mas apresenta uma série de surpresas e quem não conhece a aventura se localiza rapidamente. Totalmente em português, a história do jogo cria uma espécie de cavaleiro medieval do futuro.

Estamos no século 28 e a humanidade, após uma expansão interplanetária, vive seu declínio, com apenas uma cidade restante na Terra. Ela é patrulhada por três tipos diferentes de soldados – os tipos jogáveis da trama.

O game começa com uma vitória sólida dos aliens, levando os humanos a recomeçarem do zero a batalha pela sobrevivência. Vale ressaltar que, nesta franquia, esse zero é real. É necessário jogar por certo tempo e acumular uma boa experiência para se tornar relevante na guerra – e isso demanda tempo.

O que poderia ser um ponto fraco, porém, fortalece o vínculo do jogador com o personagem e permite um mergulho mais fundo na história. Além disso, quem determina quais missões fará (ou até nenhuma) é o próprio jogador, e derrotar os inimigos se tornou mais lógico do que no jogo original, apesar de ainda ser longe de ser fácil. Por fim, com gráficos e trilha sonora impecáveis, o jogador raramente nota que passou muito tempo diante da tela.

Não só o modo história é envolvente, como também as possibilidades para multijogadores. É possível criar times de quatro ou sete players para realizar missões específicas.

Também será possível, em breve, formar clãs que reúnam mais guerreiros. Por fim, no multijogador combativo é possível disputar contra outros guerreiros ao estilo “Counter Strike”.

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