Hospitais afastam centenas de funcionários com covid-19 em São Paulo

Por Metro Jornal

O Estado de São Paulo concentra o maior número de pessoas diagnosticadas com covid-19 no país. São 1.517 casos confirmados e 113 mortes causadas pelo novo coronavírus.

A rápida evolução da doença por aqui fez com que muitos profissionais da saúde, atuando em hospitais públicos ou privados, ficassem expostos ao vírus e contraíssem a doença. No Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo), por exemplo, 125 funcionários tiveram que ser afastados.

Entre eles estão casos suspeitos e confirmados de covid-19. O hospital, que conta com mais de 20 mil colaboradores, não informou quantas pessoas estão internadas por causa do coronavírus.

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Na rede privada, o Hospital Israelita Albert Einstein – um dos primeiros a registrar casos no Brasil – afirmou que 348 dos 15 mil funcionários testaram positivo para a doença. Entre eles, 169 são médicos, enfermeiros ou técnicos de enfermagem.

Em nota, o centro hospitalar reconheceu o trabalho dos profissionais médicos e reforçou o compromisso “em assegurar que cada colaborador esteja protegido com os equipamentos de segurança indicados pelos órgãos competentes e que recebam a assistência necessária em caso de adoecimento."

Outra rede privada que registrou número expressivo de afastamento de funcionários por covid-19 foi o Hospital Sírio-Libanês. Segundo a instituição, 104 pessoas testaram positivo assim que apresentaram os primeiros sintomas. O hospital determinou 14 dias em quarentena para colaboradores diagnosticados.

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