Presos em São Paulo vão produzir 320 mil máscaras de proteção

Por Metro Jornal

Em nova coletiva nesta terça-feira (24), o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou que vai usar fábricas do sistema prisional para a produção de máscaras descartáveis de proteção. Elas serão vendidas a preço de custo.

As peças, para uso em procedimentos simples (não-cirúrgicos) serão produzidas por cerca de 200 detentos de penitenciárias masculinas e femininas. Cada máscara terá custo de R$ 0,80. "É uma atitude correta, solidária e possível de ser feita. Pode ser um exemplo também para outros Estados brasileiros", disse Doria.

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O objetivo é confeccionar 320 mil exemplares do equipamento de proteção. Os trabalhos começam nesta terça nas Penitenciárias Femininas I e II de Tremembé. Outras prisões que fazem parte do projeto são a penitenciária feminina de Tupi Paulista e a masculina de Andradina.

Os trabalhos serão coordenados pela Funap (Fundação Prof. Dr. Manuel Pedro Pimentel), órgão vinculado à SAP (Secretaria da Administração Penitenciária). A capacidade total de produção, a partir da semana que vem, deve chegar a 26 mil peças por dia.

Segundo o governo federal, as oficinas foram higienizadas e um protocolo de entrada foi estabelecido para garantir a higiene das máscaras, feitas em TNT duplo.

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