Preço de ouro

Por Carolina Santos

rose-guglielminetti colunistaO lixo é caro. Essa é a constatação do secretário de Administração da Prefeitura de Campinas, Silvio Bernardin, para justificar o reajuste de R$ 1,5 milhão no contrato de limpeza urbana, que hoje é de cerca de R$ 80 milhões. O valor a ser pago ao Consórcio Renova Ambiental é referente à medição dos quantitativos de serviços faturados em 30 e 31 de julho, agosto e a previsão entre setembro a novembro.

Somados aos R$ 33,9 milhões pagos à Estre Ambiental, empresa de Paulínia que armazena o resíduo sólido de Campinas, o gasto da cidade com o lixo, incluindo coleta, transporte e operação do Delta A, é de R$ 113,9 milhões ao ano.

Quando do início do envio do lixo a Paulínia, a prefeitura havia estimado que haveria uma redução de cerca de 10% no contrato de R$ 80 milhões com o Consórcio Renova porque estava estimada a diminuição na operação dentro do Delta A, já que o resíduo coletado no município tem sido transportado para Paulínia. À Renova caberia operar itens obrigatórios de monitoramento, como drenagem, captação de água de chuva, de gases e de chorume. Mas que nada.

Essa previsão de redução no valor do contrato não vai ocorrer porque, segundo Bernardin, muitos serviços continuam a ser feitos no Delta A. Ele também já antecipou que irá prorrogar o atual contrato – que vence em novembro – por mais um ano.

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