De olho

Por fabiosaraiva

rose-guglielminettiA Câmara de Vereadores de Campinas vota amanhã projeto de lei do vereador Zé Carlos (SDD) que obriga as unidades de saúde da prefeitura e os hospitais conveniados a publicarem na internet o nome do médico, a especialidade e o horário dos plantões. A intenção é dar munição para a população fiscalizar se esse profissional de saúde está cumprindo a sua carga horária, além de evitar que receba salário integral sem ter trabalhado. O próprio Legislativo já fez algumas incursões em unidades de saúde da prefeitura e constou que alguns médicos não cumpriam a jornada integral. O problema é tão real que o Ministério Público Federal determinou à Prefeitura de Campinas e de outras cidades que adotassem o relógio-ponto para controlar a entrada e saída dos médicos. E o pedido se deu justamente por causa das reclamações de usuários. O projeto deverá gerar um debate polêmico. A assessoria de imprensa da prefeitura informou que o edital da empresa que irá colocar o relógio-pronto sairá em 45 dias. O controle começará pela pasta da Saúde.

 

Ligou, pagou

A Prefeitura de Campinas está fazendo um dossiê das contas dos celulares corporativos. Os secretários e servidores têm de justificar se todas as ligações são relativas ao serviço público. Caso contrário, estão sendo obrigados a devolver a grana aos cofres públicos. E tem gente já chiando. O custo da conta é de R$ 40 mil por mês, segundo Silvio Bernardin, secretário de Administração.

Rose Guglielminetti escreve no Metro Jornal de Campinas

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