Na mira

Por fabiosaraiva

rose-guglielminettiA oposição na Câmara de Vereadores de Campinas voltou com tudo. Ontem os parlamentares do PSOL e do PT criticaram a gestão da Secretaria Municipal de Educação. O primeiro foi o vereador Paulo Bufalo (PSOL), que questionou a compra de 196 cofres para as unidades escolares. O gasto, segundo ele, foi de R$ 258 mil. “Como gastar esse dinheiro quando há outras necessidades como a criação de vagas em creches? O que os gestores da Educação têm na cabeça?”, questionou ele na tribuna. A secretaria explicou que os produtos foram comprados para armazenar materiais com valor maior como, por exemplo, tablets comprados para as escolas.

E a metralhadora continuou tanto pela língua de Bufalo quanto do vereador Pedro Tourinho (PT). Ambos querem explicações do governo municipal sobre o convênio entre a prefeitura e a Comunitas – Parcerias para o Desenvolvimento Solidário, que reúne várias entidades ligadas ao setor privado, e irá oferecer projeto de assessoria pedagógica para as escolas municipais. Para a oposição, estas entidades irão executar serviços que são inerentes à administração pública. Muitos educadores também resistem à parceria. Tourinho reclamou da falta de informações sobre o convênio por parte da Secretaria de Educação. Ele quer que a secretária, Solange Pellicer, dê as explicações. Bufalo pediu para que os servidores não forneçam informações às entidades. A prefeitura disse que o convênio não trará custos para a prefeitura e o objetivo é enriquecer o debate com os servidores e com a população.

Rose Guglielminetti escreve no Metro Jornal de Campinas

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