Tatuzão volta a funcionar hoje

Por Carolina Santos

rodolfo-schneider colunistaDepois de cinco meses parado, devido aos problemas durante a perfuração do solo, o Tatuzão será acionado hoje para testes e volta a operar até o fim do mês. Técnicos injetaram concreto na área abalada e garantem que a interrupção não acontecerá de novo. Segundo o cronograma, o equipamento chega na estação Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, até dezembro. A previsão para a entrega da Linha 4 do metrô à população continua sendo no primeiro trimestre de 2016.

Em ritmo acelerado. Os primeiros 5 quilômetros de trilhos do Metrô (Barra – São Conrado) já estão prontos. O bitúnel, maior do mundo entre duas estações, foi construído debaixo de 840 metros da Pedra da Gávea, o equivalente a altitude da cidade de Friburgo. Esse trecho entre as estações São Conrado e Barra, ambas completamente escavadas, será feito em menos de 6 minutos, a partir de 2016.

Haja explosivo! Foram utilizadas 1.638 toneladas de explosivos para abrir o bitúnel. Considerando as 24 toneladas da queima de fogos de Copacabana, daria para fazer 68 festas de Réveillon.

A caminho. Já está em um navio, vindo para o Rio, a primeira das 15 composições chinesas que vão operar na Linha 4. Deve chegar em dezembro. Conforme desembarcarem aqui, vão ser testadas e começam a operar no sistema atual até a inauguração do percurso até a Barra.

Devolução da praça. Em dois meses, outra parte da praça Nossa Senhora da Paz será devolvida à população. Ficarão faltando algo como 40% do espaço, que deve ser liberado só em 2016.

Rocinha cresce. A Associação de Moradores de São Conrado tem alertado às autoridades sobre novas construções irregulares na Rocinha. Desta vez, é na área conhecida como Vila Verde, que fica atrás da quadra da Acadêmicos da Rocinha. É crescimento em direção à praia de São Conrado. As casas não param de subir e o desmatamento só aumenta.

Pergunta. Até quando o Hotel Nacional, projeto de Oscar Niemeyer e jardins idealizados por Burle Max, vai ficar um esqueleto abandonado? O local está fechado desde 1995. Foi arrematado por um grupo goiano pelo valor de
R$ 85 milhões, em 2009, com promessa de entrega para a Copa (não aconteceu) e, depois, para a Olimpíada
(não vai acontecer).


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