A cidade de Pelé ama o futebol?

Por Tercio Braga

odir-cunha colunistaPelo número de camisas do Santos nas ruas da cidade, imagina-se que a Vila Belmiro vive lotada. E com tantos craques aposentados, tanta fama de seus meninos famosos espalhados pelo mundo, e por ter Pelé, o maior de todos os jogadores, que na quinta-feira fez 74 anos, é plausível questionar por que Santos não pode ser para o mercado das academias de futebol o que Miami é para o tênis.

Mas perguntas ficam suspensas no ar quando se constata que o velho Urbano Caldeira é o estádio de menor média de público da Série A do Brasileiro, atrás mesmo de Chapecó e Criciúma. Na quarta-feira, em boa fase e com Robinho, o time só atraiu 6 mil testemunhas para o duelo contra o Fluminense.

Quanto a Pelé, é imprescindível que todo santista o conheça e, para começar, o seu Museu. Modestamente, eu e os amigos da Magma Cultural – Clero Junior, Marco Piovan, Bruno Ataíde, Wesley Miranda, Marcelo Fernandes – estamos fazendo a nossa parte. Terminamos agora de produzir e em meados de novembro será lançado o belíssimo livro “Segundo Tempo, de Ídolo a Mito”, que traz revelações e constatações importantes sobre a carreira do homem que transcendeu o esporte. Comprem e apreciem (nem será preciso sair de casa).

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