O Santos só pode contar com uma pessoa

Por fabiosaraiva

odir-cunha colunistaVem cá, santista, segure minha mão, vamos seguindo por esse túnel repleto de imagens, vou lhe mostrar a única pessoa em quem o Santos pode contar nessa fase difícil que atravessa.

Não, não olhe para esses dirigentes sorridentes que apertam a mão de correligionários. Tiveram tempo e dinheiro para fazer algo maior pelo clube e nada fizeram. Ou, pior, fizeram muita coisa ruim.

Também não olhe para esses gols e esses jovens que em 29 de janeiro golearam o rival paulistano por 5 a 1. Aquele entusiasmo se foi, aquela filosofia morreu, restou a necessidade de escalar medalhões impostos pelo marketing.

Não, não preste atenção nessas imagens alegres e coloridas de jogos e noticiários. O Santos virou coadjuvante. Só joga em horários e dias secundários. Está longe de voltar a ser a grande atração do futebol na tevê.

Venha comigo… Chegamos. Agora fique bem em frente a este objeto grande e redondo e descerra o pano que o cobre. Gostou do que viu? Sim, é um espelho. E reflete a única pessoa que pode mudar a sorte do Santos.

Como? Comece por alterar seus hábitos, deixe de ser um torcedor passivo. Vá à Vila Belmiro amanhã, às 21 horas, apoiar seu time do coração contra o Coritiba.  Se nem você fizer nada, o Santos não poderá contar com mais ninguém.

Odir Cunha é jornalista multimídia com 38 anos de experiência, dois prêmios Esso e três da APCA. Escritor com 21 livros publicados, 10 deles sobre o Santos, é editor da Editora Magma Cultural, editor de conteúdo do Museu Pelé e dono do blog http://blogdoodir.com.br/ Escreve no Metro Jornal de Santos

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