E o Santos virou um time

Por fabiosaraiva

odir-cunhaO imprevisível Geuvânio tabela com Cicinho e corre em zigue-zague pela esquerda; Thiago Ribeiro desembesta pela direita; Gabriel avança pelo meio e ainda há Leandro Damião rondando a área, além da aproximação de Cícero. O Santos voa em busca do gol, mas não coloca a mão na cintura quando perde a bola.

Está dando gosto ver este Santos jogar porque deixou de ser um monte de jogadores a serviço de um só jogador e passou a ser um time. O “bola para Neymar”, única opção tática nos tempos preguiçosos do Muricybol, foi substituída por um futebol ágil, solidário, companheiro, em que todos brigam pela bola e assim vencem e alavancam suas carreiras por igual.

Não acredite que os adversários são fracos. O Santos é que está jogando muito. Isso não quer dizer que passará pelo surpreendente Penapolense, mas ao menos o torcedor poderá ter a certeza de que verá, na Vila Belmiro, uma equipe que busca o gol quando tem a bola, e se entrega com vontade à marcação quando a perde.

 

Um torneio para quem nunca jogou tênis

O I Festival de Tênis do Centro Santista de Tênis, para comemorar a parceria entre o CST e a Suzana Silva Tênis, será neste domingo, a partir das 10 horas, no CST, rua Dr. Armando Salles de Oliveira, 195, Santos, com a presença de Suzana Silva, Marcos Vasconcelos e equipe. O fantástico é que para participar não é preciso saber jogar tênis. Você vai aprender jogando. Inscrições pelo telefone (13) 32331112.

 

Odir Cunha é jornalista multimídia com 38 anos de experiência, dois prêmios Esso e três da APCA. Escritor com 21 livros publicados, 10 deles sobre o Santos, é editor da Editora Magma Cultural, editor de conteúdo do Museu Pelé e dono do blog http://blogdoodir.com.br/ Escreve no Metro Jornal de Santos

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