Sem medo de ser feliz

Por fabiosaraiva

odir-cunhaVocê reconhece quando vê um homem feliz? Pois eu lhe digo que um homem feliz é um homem sem medo. E lhe digo mais: Oswaldo de Oliveira é um homem feliz e, por isso, sem medo. E este seu estado de espírito proporcionou a novidade mais fantástica no futebol brasileiro e mundial na última semana. A novidade de ver um time jogando em um sistema parecido com o “WM” criado em 1929 por Herbert Chapman, técnico do Arsenal.

Com Gabriel, Cícero, Geuvânio, Thiago Ribeiro e Leandro Damião, o Santos voltou a ter um “W” no ataque, como nos bons tempos. Isso é fantástico, pois combina com o DNA santista, e o técnico que não o respeite pode até ser campeão, mas jamais montará um time que apaixone. Santista quer o Peixe “pra cima deles”, dentro ou fora do alçapão.

Escrevo esta coluna antes do jogo contra o perigoso Mogi Mirim, no campo do adversário. Sei que Thiago Ribeiro talvez não jogue, cedendo lugar para o promissor Rildo. Leio que Oswaldo Oliveira não abrirá mão dos cinco atacantes. Bato palmas e me comprometo a não criticar se o Santos perder. Não há grandes triunfos sem ousadia. E já estou farto de jogos medrosos em busca de vitórias magras.

Odir Cunha é jornalista multimídia com 38 anos de experiência, dois prêmios Esso e três da APCA. Escritor com 21 livros publicados, 10 deles sobre o Santos, é editor da Editora Magma Cultural, editor de conteúdo do Museu Pelé e dono do blog http://blogdoodir.com.br/ Escreve no Metro Jornal de Santos

 

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