Tudo é mídia

Por lyafichmann
Daniel Chalfon | Divulgação Daniel Chalfon | Divulgação

Exercer a profissão de mídia é um desafio que vem mudando ano após ano numa velocidade incrível. Esse cenário é reflexo das mudanças de comportamento dos consumidores e também do impacto da tecnologia nos negócios da comunicação. Antes dessa revolução, ser mídia sempre foi algo conhecido e claro, mas com as inúmeras possibilidades de dialogar com as pessoas e novas funções ligadas à tecnologia, tudo mudou. E vem muitas outras transformações por aí. Daniel Chalfon, vice-presidente de mídia da Loducca e presidente do Grupo de Mídia de SP, conversa com a coluna. Chalfon está entre os indicados na categoria profissional de mídia do Prêmio Caboré.

Como você avalia a área de mídia no Brasil? 
A mídia no país vive um momento de explosão do crescimento dos canais disponíveis para as agências e marcas selecionarem o destino de suas verbas de comunicação. É um momento excelente, pois amplia as possibilidades do nosso trabalho ao mesmo tempo que o torna cada vez mais complexo e multifacetado.

E os nossos desafios no cenário internacional? 
A entrada das empresas de tecnologia como Google, Facebook e Twitter no mercado de mídia mundial cria novas formas de relação que antes simplesmente não existiam. Soma-se a isso o fato de a tecnologia impor uma velocidade imensa aos nossos negócios.

Qual deve ser o futuro do profissional de mídia na nossa indústria da comunicação? 
Cada vez mais técnico, mais antenado e estratégico. O profissional de mídia não pode enxergar barreiras entre meios e deve buscar as soluções para as marcas em qualquer ambiente ou plataforma.

E o impacto da tecnologia?  
A grande mudança é a velocidade. E isso muda a perspectiva do que é possível e de como enxergamos as coisas.

Como você avalia sua indicação ao Caboré?  
Fiquei feliz com a indicação desse ano, pois 2014 tem sido um ano significativo para mim: tanto na agencia, como o fato de ser meu primeiro ano na presidência do grupo de mídia de SP, e também no plano pessoal. Tenho sorte de ter conseguido fazer tanta coisa legal nesse ano. Espero que dessa vez a corujinha (troféu da premiação) pouse na minha gaiola.

João Faria é jornalista e sócio-diretor da Agência Cidadã

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