Mostra tua força

Por lyafichmann

PR_Tracanella_altaO Itaú esteve presente na mídia ao longo de todo o ano. Mas durante a Copa conseguiu algo inédito: fazer com que a música mais cantada pelos torcedores fosse a de um banco privado. Eduardo Tracanella, superintendente de marketing do banco e indicado ao Prêmio Caboré na categoria “profissional de marketing”, conversa com a coluna.

Como você avalia o ano no aspecto econômico e para marca?
Podemos considerar que este ano não vem sendo fácil e fica marcado por uma série de incertezas. Para a marca Itaú ele foi de muito êxito, tivemos a oportunidade de construir um projeto de Copa que foi vitorioso. Analisamos os resultados desse projeto e ele ficou ainda acima do que esperávamos, seja na proximidade com a marca ou no engajamento que conseguimos nas mais diversas plataformas. A continuidade da construção da plataforma #issomudaomundo, que estabelece uma relação naquilo em que se acredita e não somente no que se quer comprar ou vender, atingiu sua consolidação e trouxe resultados expressivos.

Quais os desafios dos bancos na área da comunicação?
O desafio é chegar nas pessoas de forma verdadeira porque elas assumiram o protagonismo nessa relação, produzem conteúdos e acessam as informações quando e onde desejam. Devemos ser inspiradores e oferecer conteúdos relevantes.

Como foi a disputa entre as marcas na Copa?
Partimos de uma dificuldade adicional frente aos nossos competidores, uma vez que eles já tinham experiência em outras Copas. Estávamos algumas casas atrás dessas marcas, mas a superação fez toda diferença. Desenvolvemos um forte trabalho de planejamento e tivemos persistência, coerência e coragem para alcançar os resultados.

E a campanha “Leia para uma criança”?
A publicidade tem um papel nobre se usada para chegar verdadeiramente nas pessoas. A marca tem essa missão de inspirar as pessoas para fazerem pequenas mudanças que geram impactos enormes.

Como avalia sua indicação ao Prêmio Caboré?
O Itaú caminha a passos largos para ser uma love brand e a responsabilidade é de toda uma equipe, inclusive de profissionais que já passaram pelo banco. Tem uma palavra que é fundamental aqui: respeito. Respeitamos o mercado como um todo. A equipe toda se sente responsável por essa indicação. Sou uma extensão de todos.

João Faria é jornalista e sócio-diretor da Agência Cidadã

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