Dedo de volta

Por fabiosaraiva

Diego-UnileverOportunidade não é oportunismo. Quando se fala do papel das marcas, num mundo onde os consumidores estão cada vez mais atentos e exigentes, como contribuir com a sociedade objetivamente e traduzir as qualidades de um determinado produto? A marca Cif, por exemplo, está ajudando na reconstrução do dedo do Cristo Redentor recentemente atingindo por um raio. Diego Colicchio, diretor de marketing da categoria de limpadores da Unilever, conversa com a coluna.

 

Qual o papel social das marcas?

O papel social das marcas vai além da entrega dos benefícios de seus produtos. Todas as empresas tem o papel fundamental de estar presente no dia a dia da comunidade e, no caso da Unilever e da marca CIF, esta presença está no DNA da companhia ao oferecer produtos, recursos e soluções para melhorar a qualidade de vidas destas pessoas.

 

Que estratégias costumam ser adotadas?

Globalmente, Cif já participou de restauração e preservação de diversos monumentos, como o Topkapi Palace na Turquia, o monumento aos Espanhóis na Argentina, e, em 2013, o Cristo Redentor. É parte da estratégia da marca o cuidado e preservação de monumentos importantes para mostrar aos seus consumidores a versatilidade aliada ao poder de limpeza dos produtos da marca.

 

E os riscos de uma colaboração parecer oportunismo?

As parcerias para manutenção e preservação de monumentos acontece mesmo que não haja uma necessidade imediata de reparos ou cuidados. Cif fechou a parceria com a Arquidiocese em abril de 2013, focando nos cuidados regulares de manutenção e preservação, parceria esta que se torna ainda mais importante para a recuperação de monumentos que sofreram algum tipo de dano decorrente de eventualidades, como o caso do raio no Cristo Redentor.

 

O que será feito no Cristo?

Nós auxiliamos financeiramente a preservação e manutenção de todas as áreas do monumento que foram danificadas pelos raios. Além do dedo da mão direita do Cristo a área do platô também sofreu avarias. Foram danificadas as placas de prestação informativa ao turista. As obras consistem também na remoção das placas informativas fixas com materiais condutores de energia, por modernas centrais digitais de informações, embarcadas de alta tecnologia e material isolante. A mudança proporcionará grande melhoria no atendimento ao turista e também mais proteção na ocasião de descargas elétricas, recorrentes no monumento.

João Faria é jornalista e sócio-diretor da Agência Cidadã. João Faria escreve no Metro São Paulo.

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