Sem esperança

Por José Luiz Datena

Momento de serenidade, quase, e também de oração. Estão morrendo milhares de brasileiros e não podemos agregar ao combate contra o novo coronavírus desvarios políticos. Até em respeito aos nossos mortos. Pedem para o presidente ser mais moderado. Nunca vai ser, fica no poder até o fim na base do bateu, levou. E bate. Com a mesma intensidade na imprensa – que considera inimiga e que também não vai arredar o pé desta briga de foice.

Mas a força da reação é a mesmo contra o Supremo, que, agora, de forma individual, por enquanto responde. Não vai dar certo. Desse jeito, a crise só aumenta enquanto o vírus que mata se aproveita em quem vai às ruas democraticamente ou não protestar. Você já viu protesto com distanciamento social?

Na outra ponta, esquecem dos infectados morrendo por falta de leitos de UTI, médicos e enfermeiros se contaminando por falta de equipamentos de proteção individual e, aí, cria-se o caos. Pena. Não sei mesmo qual vai ser o fim disto. Bom não será. Politizar a doença é uma sentença de morte e não tenho esperança que dê tempo de voltar atrás. Então… que DEUS nos ajude e proteja.


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