Remédio pior que a doença

Por José Luiz Datena

Se continuarem as crises no governo brasileiro no meio da maior pandemia que a humanidade já enfrentou, vamos tornar ainda mais tristes os já bonitos cenários criados com um mundo menos poluído. Isso mesmo.

Faz tempo que gente não vê a lua prata num rendilhado de estrelas mostrando detalhes de um mundo sem poluição. O sol na sua imponência banhando o céu azul como há tempos a gente não via, praias de areia branca de doer os olhos e pássaros pairando num ar respirável como a gente sempre sonhou.

Mas, com tantas mortes, desespero e falta de comida à medida que gente honesta perde seus empregos e esperança, como diria meu amigo Raimundo, não dá para ser feliz.

Então, se política quase não ajuda, na maioria das vezes atrapalha porque pode tornar mais triste esse período de terror da nossa história. Claro que nem todos, mas a maioria desta classe, vem matando com a corrupção há séculos muito mais do que o coronavírus. Poderiam pensar pelo menos até o fim desta pandemia em quem quase nunca pensam, o povo. Se fizerem isso, Deus e a ciência nos salvam. Se continuarem com sua ganância e desonestidade é até capaz de Deus chegar à conclusão de que nossa raça deve desaparecer mesmo deste lindo planeta e que a maior poluição dele somos nós, a raça humana.

Por isso, se não querem ajudar, fiquem mesmo de quarentena senhores políticos e aí veremos de fato que poucos de vocês fazem falta e na maioria dos casos, como dizia minha vó, o remédio é pior que a doença.

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