Canguru no Metro: O que autoestima tem a ver com criatividade?

Por Ivana Moreira

A criatividade é uma das principais habilidades requeridas neste século 21, segundo diversas pesquisas das áreas de economia, negócios e educação.  “Educar crianças com atenção para manter acesa nelas a chama criativa, o pensamento crítico e flexível, é requisito básico para possibilitar um futuro próspero aos nossos filhos e mais sustentável para o mundo”, afirma a psicóloga e educadora Bianca Solléro.

Uma imagem positiva de si mesma

Mas como ensinar criatividade aos pequenos? Segundo Bianca, amor,  limites e liberdade criativa são os três fatores cruciais que, quando equilibrados, definem uma educação catalisadora da criatividade. O primeiro passo é assegurar à criança que ela é amada incondicionalmente. Esta atitude é imprescindível para a formação de uma autoestima saudável (ou seja: que a criança tem uma imagem positiva de si mesma).

Gestos pequenos e simples podem fazer mais sentido

“Por isso, é tão importante investir energia para descobrir se a criança se sente realmente amada”, explica a especialista. “Muitas vezes, pais e mães esforçam-se para fazer o impossível pelo filho, enquanto o que mais faria sentido para ele seria um gesto pequeno e simples. Temos que conhecer se nossos filhos gostam mesmo de beijos e abraços ou de palavras ou de gestos.”

Para ter coragem, ousadia e segurança

Para formarmos um adulto criativo, é preciso investir na autoestima da criança. “A criatividade não se realiza apenas sendo imaginada ou idealizada”, diz Bianca. “Seu efeito está em ser expressa, compartilhada e aplicada. E, para isso, é preciso coragem, ousadia e segurança.” Uma criança amada tem sua autoestima fortalecida, cresce segura, autêntica e é, portanto, mais capaz de aplicar sua criatividade, para seu próprio benefício ou da comunidade ou do negócio em que estiver inserido futuramente.

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