É dependente ou não é?

Por Canguru no Metro

Meninos e meninas estão cada vez mais conectados, pulando do celular para o computador ou para o game. Não importa se já estão na adolescência ou ainda não saíram da primeira infância. Eles fazem parte de uma geração que já nasceu “digital”. Não adianta lutar contra o que faz parte do tempo deles. Mas pais desses pequenos devem refletir sempre sobre uma pergunta: a tecnologia está prejudicando meu filho de alguma forma? Nem é fácil definir se o uso está dentro do que é considerado normal para a geração deles ou se já ultrapassou os limites considerados saudáveis e atingiu o que se define hoje como dependência tecnológica. O tempo de uso está longe de ser o principal parâmetro. “Muitos heavy users, que ficam longas horas em frente das telas, não são dependentes” explica a psiquiatra Lícia Milena, que é colaboradora da Phitters, plataforma de educação parental. Se você quer saber se seu filho está dependente ou não, faça o teste abaixo:

7 perguntas sobre seu filho

1. Ele pensa constantemente no jogo/internet,
sendo a atividade mais relevante da vida dele?

2. Sofre de abstinência quando é impedido de acessar,
ficando irritado, triste ou ansioso?

3. Perde a noção do tempo, e sempre quer ficar mais
em frente a tela?

4.  Mente em relação a quantidade ou tempo de acesso?

5. Não tem interesse em hobbies e entretenimentos
que antes gostava?

6. Percebe o próprio excesso, mas não consegue parar
sem intervenção externa?

7. Sofre perdas em relacionamento, estudos ou entretenimentos?

Meninos no game, meninas nas redes

Fique atento se seu filho se enquadrar em pelo menos cinco dos itens acima.

O que mais caracteriza a dependência são os prejuízos causados pelo uso da tecnologia, como: piora no rendimento escolar, isolamento social ou conflitos familiares. Considerando os principais estudos sobre o tema, os especialistas estabeleceram um consenso de que entre 5 a 10% da população de usuários de internet e games desenvolveram a dependência em algum momento de sua vida. Meninos têm mais problemas com games. Já as meninas, com as redes sociais.

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