O futuro chegou às escolas, sim!

Por Canguru no Metro

Não faltam críticas às escolas, sobretudo dos pais. Muitos dizem que as instituições de ensino pouco evoluíram e que não estão preparadas para prender atenção de crianças que já nasceram conectadas às ferramentas tecnológicas. Quem visitou a Bett Educar – a maior feira de educação e tecnologia da América Latina, encerrada na última sexta-feira, em São Paulo – não pode concordar.  O futuro já chegou às escolas sim!

Cerca de 30 mil visitantes passaram pelo evento. E mais de mil especialistas deram palestras ou workshops em auditórios e estandes. Não faltam recursos tecnológicos para o desenvolvimento do professor e a aprendizagem dos alunos. O que falta, talvez, é conseguir distribuir esse conhecimento para que ele chegue a todas as escolas – privadas e públicas. E aos pais, para que assumam o papel de parceiros na transformação da educação no Brasil.

Aprendizagem criativa

A necessidade de estimular a criatividade de crianças e adolescentes é uma das principais pautas da atualidade. Sem criatividade não há inovação. E, sem inovação, a sociedade não terá como enfrentar os desafios que estão colocados. Estudos internacionais mostram que, ao longo do desenvolvimento humano, devido a diversos fatores, nota-se um declínio no potencial criativo. Aos 5 anos , 98% das pessoas têm  potencial altamente criativo. Aos 10 anos, 30% das pessoas. Aos 15 anos, 12%. E, acima dos 25 anos, apenas 2% das pessoas têm potencial altamente criativo.

“É preciso levar as experiências típicas do jardim da infância para a vida toda”, diz Leo Burd, pesquisador do MIT Media Lab e consutor da Faber-Castell. Com apoio do especialista, a empresa desenvolveu um programa para capacitar as equipes pedagógicas das escolas e estimular a criatividade dos alunos. Uma das ações é a plataforma gratuita Co-laborando (www.colaborando.net.br), onde educadores compartilham conteúdos e boas práticas para tornar suas aulas mais criativas.

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