PSDB define Covas em SP e Doria para presidente

Por Cláudio Humberto

Está definido: o atual prefeito de São Paulo, Bruno Covas, será mesmo o candidato tucano à reeleição em 2020, tanto quanto o governador João Doria será o candidato do PSDB à Presidência da República, em 2022. Eles não admitem isso publicamente, mas são favas contadas. Qual a estratégia de Doria para se fazer conhecido em regiões, como o Nordeste? Ele não hesita: “fazer um grande governo em São Paulo”.

Marqueteiro já tem

O cartaz de Bruno Covas não é lá essas coisas em São Paulo, mas ele conta com um “marqueteiro” de primeira: o próprio governador tucano.

Prefeito zelador

Pesquisas mostram que os paulistanos clamam por segurança e por um prefeito que cuide da cidade, um “zelador”.

Papéis definidos

Bruno Covas terá a marca que faltava: “será o prefeito da zeladoria”, define o marqueteiro Dória, “a segurança com o governo estadual”.

Cada um por si

A tendência é que todos os partidos apresentem candidatos a cargos majoritários, com a proibição de coligações determinada em lei.

Na universidade, 70% das pesquisas são ‘de gênero’

O novo ministro da Educação, Abraham Weintraub, é crítico do domínio ideológico nas universidades, e não sem razão. Estudo coordenado por Marcelo Hermes, cientista de renome internacional, indica que o “pensamento único” fez regredir a pesquisa no País. Cerca de 70% dos recursos bancam apenas pesquisas de gênero, em ciência sociais. “Nada contra, mas é um exagero”, diz o sociólogo e professor Antonio Flávio Testa, pregando no deserto por pesquisas sobre outros temas.

Preguiça e oportunismo

Teses são escolhidas se coincidem com as pesquisas do orientador, que é financiado pelo CNPq e engorda o salário com gratificações.

Intolerância e ameaças

Tanto quanto Weintraub, que sofreu até ameaças de morte, Marcelo Hermes também foi perseguido pela chamada “esquerdalha” da UnB.

Pluralidade sufocada

O debate entre contrários é cada vez mais raro nas universidades, onde a pluralidade de ideias é sufocada pelo pensamento único.

Bolsa de apostas

A bolsa de apostas no Congresso, agora, é para saber quanto tempo ainda dura no cargo o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antonio, cuja reputação anda mais suja do que pau de galinheiro.

Mudança no Sebrae

O conselho do Sebrae discutirá na quarta (17) a substituição de João Henrique Sousa da presidência. “Acusação”: ser amigo de Michel Temer. Ex-ministro de FHC, Carlos Melles deve ocupar o cargo, que sempre ambicionou, com os diretores Bruno Quick e Eduardo Diogo.

Prioridade é a folga

Perto do feriadão, que (para deputados) começa quarta (17), a reforma da Previdência não é tão urgente. E líderes do governo já preveem que a Câmara vai empurrar a votação na CCJ para depois da Páscoa.

Críticos em causa própria

Críticos da suspensão do aumento do diesel, incluindo “especialistas” e analistas de economia, deveriam ter a dignidade de informar antes de cada entrevista ou artigo quantas ações eles têm da Petrobras.

Sabatina de oposição

A Comissão de Educação da Câmara vai convidar Paulo Guedes (Economia) para “esclarecer” gastos com a Educação. É mais uma tentativa da oposição para desgastar o principal ministro do governo.

Sucesso de público

A discussão entre uma repórter da TV Globo e o prefeito do Rio, na quinta, provocou até aplausos em vários gabinetes do Palácio do Planalto. O cartaz de Marcelo Crivella subiu muito no governo.

Itália com ritmo de Brasil

Quem não tem a fortuna de ser ministro do PT precisa esperar mais de 10 anos para conseguir que a embaixada da Itália analise pedidos de cidadania. Somente este ano os italianos analisam pedidos de… 2008.

Diferenças das Casas

O Senado fornece todos os detalhes sobre o uso dos carros oficiais. Mantém controle dos gastos com o aluguel, manutenção, gasolina, e lista quem usa qual carro. Já na Câmara, a assessoria esconde as informações e só as libera através da Lei de Acesso à Informação.

Pensando bem…

…esta semana o feriado é na sexta-feira. Mas no Congresso, como sempre, começa antes.


Poder sem pudor: O secretário do diabo

O deputado Ney Lopes (PFL-RN) era secretário de Justiça no Rio Grande do Norte, nos anos 70, e foi designado para representar o governador em uma inauguração no interior. O prefeito até tentou ser gentil, mas, na hora do discurso, deixou-se trair pelo descontentamento com a ausência ilustre:

– Pois é, meus amigos, o diabo quando não vem manda seu secretário…

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