Prisão privilegiada de Lula já custa R$ 3,6 milhões

Por Cláudio Humberto

A poucos dias de completar um ano cumprindo pena em uma sala da Polícia Federal em Curitiba, com direito a TV e banho quente como nenhum outro presidiário, Luiz Inácio Lula da Silva já custou mais de R$ 3,6 milhões ao cofres públicos. O custo da “hospedagem” chega a R$ 10 mil ao dia, como estimou a própria PF já no ano passado. Lula custa ao mês 125 vezes a mais que qualquer outro detento no Brasil.

Ninguém merece

O custo do presidiário Lula, de R$ 3,6 milhões, representa bem mais que a média de recursos destinados a obras em penitenciárias.

Detento muito especial

A ampliação da Penitenciária de Alfenas (MG) recebeu R$ 3,4 milhões e está inacabada, segundo o Ministério da Justiça. Lula já custou mais.

Fora a corrupção

Se ficar na situação que se encontra pela duração de toda sua pena de 12 anos e 1 mês os custos de Lula preso serão de R$ 44,1 milhões.

Sem comparação possível

O ex-governador Sérgio Cabral pode, em um presídio comum, superar o custo de um ano de Lula preso. Mas só se cumprir 127 anos da pena.

Deputados não estavam preparados para Guedes

A ida do ministro Paulo Guedes (Economia) à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara deixou claro que os deputados não estavam preparados para questionar a PEC da reforma da Previdência, tampouco para discutir verdades sobre outros assuntos. Na prática, Guedes expôs os que “jogam para a torcida” dizendo ser preciso taxar grandes fortunas e empresários pelo discurso vazio. E cobrou a falta de iniciativa: “Vocês estão aqui há quatro mandatos”.

Indignação cênica

O barraco seguiu com deputados fazendo pose de “ofendidos”, mas, sem ter como desmentir o ministro, discursaram para seu eleitorado.

Fake News

Guedes desfez também o mito de que o regime de capitalização levou o Chile a altos índices de suicídio. “É o 118º no mundo. É fake News”.

Tudo na mesma

Em vez de esclarecer pontos da reforma e debater alternativas, a CCJ virou, como tem sido praxe, palanque de autopromoção política.

Teu nome é vaidade

Foi um show de vaidades. O desconhecido Eduardo Bismarck (PDT-CE) exigiu que o ministro da Economia tratasse os deputados pelo nome, “de primeiro escalão para primeiro escalão”. Hahahaha

Só para lembrar

A notícia de que em março a saída de dólares superou entrada em US$ 4,2 bilhões, após o saldo positivo de janeiro e fevereiro, fez lembrar a célebre sentença do ex-ministro da Fazenda Mario Henrique Simonsen: “A inflação aleija, o câmbio mata”.

TV Papelão

Vários deputados, e não necessariamente novatos, comportaram-se na CCJ, nesta quarta (3), como subcelebridades de programinhas tipo “Big Brother”, fazendo qualquer coisa para aparecer na TV Câmara.

Simples assim

A briga na Apex Brasil, a agência de promoção a exportações, decorre da falta de entendimento e da enorme distância entre a qualificação do presidente, embaixador Mário Vilalva, um dos maiores especialistas em comércio exterior do País, e diretores novatos em busca de afirmação.

Sebrae paralisado

O Sebrae sofre com a disputa provocada por um dos diretores, Carlos Melles, contra o atual presidente, João Henrique, eleito no começo do ano. Melles quer assumir o cargo promovendo uma nova eleição.

Usina de infrações

Só esta semana, ouvintes da rádio BandNews flagraram dois casos de carros dos senadores cometendo infração de trânsito: o de Marcos Rogério (DEM-RO) foi fotografado estacionado em local proibido, e o carrão de Sérgio Petecão (PSD-AC), 1º secretario, em fila dupla.

Trump deu o caminho

A torcida, em Brasília, é que o pacote do presidente Jair Bolsonaro “para tirar o Estado das costas das empresas”, como ele definiu, tenha se inspirado em várias medidas do governo Donald Trump, nos EUA, que quase zerou o desemprego e aqueceu a economia.

País de ‘chinelinhos’

No Reino Unido ou Espanha, times de futebol que jogaram no sábado voltaram a campo na terça e quem jogou no domingo retomou os jogos na quarta. No Brasil, prevalece o mimimi contra o “calendário da CBF”.

Pensando bem…

…merece aposentadoria especial quem acompanhou o barraco na CCJ da Câmara sobre a reforma da Previdência.

poder sem pudor Arte / Metro Jornal

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