Novas profissões

Por Vânia Goulart

Se você é daqueles que fica procurando ler sobre as novas profissões, é melhor parar, pois está perdendo tempo. Alguns pais têm como costume fazer essa busca, onde acabam pressionando seus filhos a procurarem e/ou a decidirem a profissão e se precipitam, forçando-os a escolhas próprias e pulando algumas etapas.

A primeira etapa necessária é perguntar, mas não direcionar. Acabou o reinado onde a era da informação e do conhecimento eram o rei e a rainha. Entramos em uma era digital, mais ágil e volátil.

É necessário mais flexibilidade para aprender, desaprender e aprender novamente. Nada é tão certo como a mudança e a incerteza sobre quais as profissões serão mais solidas e rentáveis.

Geralmente, perguntas a quem irá escolher uma profissão são mais esclarecedoras do que as informações que se pode oferecer, como exemplo, medicina, engenharia e direito são cursos que mais remuneram e estão em alta atualmente. Mas esta informação é baseada em que?

As profissões que daqui a cinco ou dez anos estarão em alta, podem ainda nem ser conhecidas. Um exemplo é o design (uma palavra pouco conhecida e hoje é bastante usada) já é um dos cursos mais procurados e também usado como suporte em outras áreas.

Uma metodologia como o Design Thinking favorece a solução de problemas e de inovação para gestores que buscam como forma de expandir horizontes na hora de criar projetos e executar tarefas.

Você que é pai, quer ajudar seu filho a escolher uma boa profissão? Então opte em fazer perguntas que ampliem a visão dele e que possam ajudá-lo a mapear atividades que faz e que goste de fazer, com algo ou alguém que gostaria de passar a maior parte do seu tempo produtivo.

Como segundo ponto a ser considerado, quais seriam as necessidades não atendidas e que precisam de uma solução? Que tal considerar novas expectativas?

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