Em média, nove ministros são demitidos no 1º ano

Por Cláudio Humberto

Apesar de o núcleo do governo Bolsonaro ainda discutir as prioridades a serem seguidas na minirreforma ministerial, que deve ser realizada ainda no primeiro semestre deste ano, o Planalto trabalha com um universo de, no máximo, nove demitidos. É a média dos últimos três presidentes. Os petistas Lula e Dilma demitiram oito e nove ministros respectivamente no seu primeiro ano. Michel Temer demitiu nove.

Petistas demitidos

Em 2003, o então presidente Lula teve de demitir oito ministros, dos quais sete eram petistas como Cristovam Buarque e Tarso Genro.

Dilma; 86 demissões

A partir de 2011, nos mais de cinco anos de Planalto, Dilma Rousseff fez 86 trocas de ministros. No primeiro ano foram nove demitidos.

Ritmo habitual

O ex-presidente Michel Temer (MDB) não teve um mandato completo, mas demitiu nove ministros no seu primeiro ano como presidente.

Pesos e medidas

Jair Bolsonaro tem 22 ministérios na Esplanada, enquanto Lula teve 35, Dilma, 39 e Temer, 32. O número de demitidos deve ser menor.

Jatinhos estacionados transportaram órgãos

“Viralizou” a foto de jatinhos do Grupo de Transporte Especial (GTE) da Força Aérea, estacionados no aeroporto de Brasília em pleno sábado. Em governos passados aeronaves serviam de “táxi” para autoridades e até seus familiares voltarem aos estados, e a cena de aviões parados era inédita para pilotos e profissionais da aviação. Mas os jatinhos não ficaram parados no chão: ao menos um deles foi utilizado no fim de semana para transportar um órgão vital para Londrina, no Paraná.

TROV

O Transporte de Órgãos Vitais (TROV) é realizado por aeronaves-ambulâncias. Dessa vez, chegou num LearJet reservado a autoridades.

Novas prioridades

O voo do sábado causou estranheza entre funcionários do aeroporto, desacostumados com esse tipo de uso para aeronaves do GTE/FAB.

Serviço do bem

Decreto assinado por Temer, em junho de 2016, fez a FAB multiplicar o número de TROV realizados. Pulou de 28 em 2015 para 199 em 2017.

Cenário desolador

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, participou de audiência ontem no Palácio do Planalto com o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Alberto Santos Cruz. O político do Novo revelou que o cenário que herdou do antecessor petista, Fernando Pimentel, “é desolador”.

Terra arrasada

O governador do Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM), também relatou cenário de terra arrasada ao ministro Santos Cruz. A gestão de Pedro Taques (PSDB) foi “desastrosa” e o estado “está destruído”.

PT do Reino Unido

A manutenção da primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, no cargo representou enorme derrota para o líder da oposição, Jeremy Corbyn. Mesmo por um fio, May resistiu ao partido trabalhista de lá.

#10yearchallange

Há exatos 10 anos a ONG Domus Civitas (de familiares e vítimas do terrorismo e da máfia na Itália) protestava em frente à embaixada do Brasil em Roma contra o asilo concedido ao terrorista Cesare Battisti.

Posse e registro

No Brasil, segundo o estudo suíço Small Arms Survey, existem mais de 8 milhões de armas de fogo registradas, e 9,4 milhões não-registradas. No México, que tem quase as mesmas 17 milhões de armas que o Brasil, o número de registros é de apenas 3,3 milhões.

Esperança paulista

Só o estado de São Paulo, com 10,7 mortes a cada 100 mil habitantes, teve desempenho melhor que os EUA (12 em 100 mil), em 2017. No Brasil, são 30,8 mortes em média. Somos o 6º país mais violento.

Reforma em dúvida

Em relação à Previdência, segundo o IDEIA Big Data, 35% não acreditam que será reformada este ano. Para 43% dos brasileiros existe dúvida e 22% não acreditam na reforma da Previdência ainda em 2019.

Santas emendas

Diretor-geral do DNIT, Antônio Santos Filho disse que o orçamento do órgão, estimado em R$ 8,5 bilhões, é “insuficiente”. A situação não é pior porque inclui R$ 2 bilhões oriundos de emendas parlamentares.

Pensando bem…

… se ONG é organização não-governamental, não deveria receber dinheiro do governo.

poder sem pudor Arte / Metro Jornal
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