Miles Morales vai vencer seu preconceito

Por Omelete

Quem já leu uma HQ do Homem-Aranha, já viu qualquer um de seus seis filmes recentes ou séries animadas sabe a história da aranha radioativa que picou Peter Parker, a morte do Tio Ben e que com grandes poderes vêm grandes responsabilidades.

E é assim que começa “Homem-Aranha no Aranhaverso”, nova aventura do herói nos cinemas. Mas o personagem principal desta vez não é Peter Parker, mas sim Miles Morales. Confesso que quando ele surgiu, não gostei da ideia.

Achava que era apenas mais uma ideia vazia para chamar atenção e zerar o universo, como acontece quase anualmente nos quadrinhos. Bati o pé e fui contra a ideia de colocar o collant em outra pessoa que não fosse o Peter.

Passou o tempo e com a estreia da animação fui atrás também dos quadrinhos do personagem. E levei um chute no traseiro. Miles carrega a carga dramática do Homem-Aranha da época do colégio e ainda traz toda a necessária atualização para os dias de hoje, em que precisamos cada vez mais ter, sim, protagonistas negros, latinos, asiáticos, mestiços, indígenas, mulheres, gays, trans, etc.

Se isso já não for suficiente, se liga, então, no visual do filme, diferente de tudo o que já foi feito no cinema, numa trama de ação, humor e emoção.

omlete Arte / Metro Jornal

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