Consumo de sal

Por Edimilson Migowski

O sal de cozinha não é importante apenas para modificar o gosto dos alimentos, tornando-os mais palatáveis. O cloro e o sódio participam de inúmeras reações metabólicas necessárias para o bom funcionamento do organismo. Todavia, problemas de saúde, como hipertensão arterial, podem aparecer caso o consumo passe a ser maior do que o indicado. A Organização Mundial de Saúde recomenda como quantidade máxima de ingestão diária 5g de sal de cozinha. No Brasil, segundo o IBGE, o consumo é de 12g diárias. Essa quantidade (12g) equivale a uma colher de sopa cheia de sal todos os dias. Segundo o dr. Hélio Rocha, nutrólogo da UFRJ, o “apetite pelo sal” é construído a partir da exposição na infância, daí ser muito importante não adicionar sal nas papinhas que fazem a transição do leite materno para a alimentação inicial de colher (alimentação complementar).

PÍLULAS

Grupos mais sensíveis
O consumo de sal em quantidades recomendadas ajuda a reduzir o risco de doenças. São vários os estudos que comprovam a queda dos níveis de pressão arterial em função da diminuição do consumo de sal. Contudo, cabe ressaltar que algumas pessoas, como portadores de diabetes, doenças renais e com histórico familiar, podem apresentar maior sensibilidade ao sal, o que facilitaria o aparecimento da hipertensão arterial.

Dicas
Alguns alimentos como presuntos, mortadelas, salame, salgadinhos de pacote e a maioria dos produtos industrializados apresentam quantidade elevada de sódio. Procure evitar o consumo excessivo destes alimentos. Outras medidas importantes para a redução do sal são: não acrescentar sal ao alimento já preparado; evitar a utilização de temperos prontos e modificadores de sabor; evitar o consumo de alimentos em fast foods; verifique sempre, no rótulo dos produtos, a informação referente à quantidade de sódio. Não leve o saleiro para mesa. Fique bem, cuide-se bem!

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